De acordo com notícia da Rádio Renascença, com base em dados do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), mostra que a maioria dos pedidos continua a acontecer de forma espontânea, logo quando aterram em território nacional.
No ano passado foram verificados 1270 pedidos directamente às autoridades, o que revela um aumento de 20,5% face a 2017.
Só em 1993 se encontram números mais altos que em 2018.
Além do asilo – que pode ou não ser aceite depois de analisado pelas autoridades nacionais – chegaram ao país 178 refugiados – já com estatuto internacional atribuído.
64 são do Egito e vieram enquadrados num processo de reinstalação gerido pelas Nações Unidas. 28 ainda ao abrigo do processo europeu de recolocação e 86 que integravam grupos de pessoas recolhidas por barcos humanitários em pleno Mar Mediterrâneo.
No primeiro caso, os que vieram de campos de refugiados do Egipto são maioritariamente do Sudão do Sul e da Síria. Compõem, para já, apenas uma pequena parte dos 1.010 que deverão chegar até ao final deste ano.

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