Apesar da falta de médicos especialistas nas maternidades portuguesas, concurso só conseguiu preencher 14 dos 31 postos de trabalho. No total havia 1264 vagas por preencher, nas várias especialidades, e 28% não foram ocupadas.
Mais de metade das 31 vagas abertas em Maio para especialistas de ginecologia e obstetrícia ficaram por preencher, num Verão em que as urgências de obstetrícia dos  hospitais de Portalegre e Beja chegaram mesmo a encerrar. As urgências de Lisboa estiveram para fechar de forma rotativa por falta de especialistas, um problema registado um pouco por todo o país.
No concurso de primeira época de 2019 para médicos recém-especialistas das 1264 vagas existentes foram preenchidas um total de 909 (72%), 305 dos quais para medicina geral e familiar (das 398 abertas) e as restantes 604 para especialidades como medicina interna (111), cirurgia geral (54), psiquiatria (49), pediatria (37), anestesiologia (36), ortopedia (30), cardiologia (23), pneumologia (21), ginecologia/obstetrícia (14), oftalmologia (14), oncologia médica (14) e radiologia (14), entre outras.

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