Um leitor do “Linhas” questionou o controlo que está a ser feito ao estado de emergência.Segundo o mesmo, numa altura em que “funciona no País apenas o que é considerado essencial” e em que “sair à rua é quase proibido”, no domingo, 22 de Março, “duas carrinhas saíram da Nazaré com 11 homens dentro, com destino à Mina do Bugalho, São Brás dos Matos, Alandroal”.Tendo em conta os itinerários “mais prováveis/cómodos (A15 são 245km e 3h10m de viagem, A10/A13/A6 são 296km e 3h10m de viagem, A8/A12/A2/A6 são 310km e 3h20m de viagem)”, o nosso leitor pergunta: “A um domingo, que nem é dia de trabalho, não existe uma única autoridade que, durante todo o percurso, não consiga controlar o motivo de tal viagem”.“Qualquer que fosse o percurso escolhido, teriam sempre de percorrer uma média de cerca de 290km e mais de três horas de viagem. Como é isto possível? Como é possível viajar 300 quilómetros, o equivalente a um terço do País, e não ser detectado”, acrescenta.Ainda de acordo com o leitor, “estes homens foram contratados para, numa quinta, cortarem uns eucaliptos, que é um trabalho vital, essencial e urgente, que nem uma situação de estado de emergência pode adiar”, ironizou.

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