Assinala-se, este domingo, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, e a Associação Portuguesa de Imprensa lança uma campanha que realça a importância de preservar a informação livre e plural.
“Mesmo distantes, mas sempre juntos, não queremos deixar passar em branco este dia e a sua importância para a actividade. Vivemos tempos estranhos e é nestas alturas que acabamos por reconhecer, ainda mais, o papel fundamental e determinante do jornalismo de qualidade”, sublinha fonte da Associação Portuguesa de Imprensa.
“Continuamos a lutar por uma imprensa forte, verdadeira e de confiança. Continuamos o nosso combate contra a desinformação e a manipulação jornalística. Para que ninguém se esqueça que a Imprensa e a Liberdade de Imprensa devem ser celebrados, todos os dias”, sublinha.
Também o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo e o seu Grupo de Incentivos à Comunicação Social (GICS), neste  Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, deixam uma palavra de “apreço a todos os profissionais” pelo trabalho desenvolvido pelos órgãos de comunicação social da região Alentejo. 
“Reconhecemos o importante papel que a comunicação social regional e local da região Alentejo sempre tem desempenhado e em particular no momento ímpar que o Mundo atravessa”, realça fonte da CCDR do Alentejo.
O Presidente da República renovou hoje o apelo para que o Estado apoie a comunicação social, considerando que deve fazê-lo “de forma transparente e não discriminatória”, num momento em que se agravou a crise neste sector.
Marcelo Rebelo de Sousa divulgou esta mensagem no portal da Presidência da República na Internet, numa nota em que assinala o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, e na qual afirma que, “sem informação livre e plural, não há democracia”.
O chefe de Estado, que entre segunda e terça-feira irá receber presidentes executivos dos principais órgãos portugueses de comunicação social, refere nesta nota que “a conjuntura veio acentuar uma crise que este sector já vivia”, e para o qual alertou anteriormente.
Depois, assinala que a Constituição da República Portuguesa não só estabelece que “é garantida a liberdade de imprensa”, como determina que “o Estado assegura a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social perante o poder político e o poder económico”.
“Por isso, neste dia quero sublinhar que, em nome do pluralismo e da liberdade de imprensa, o Estado pode e deve estar atento e apoiar a sustentabilidade dos media de forma transparente e não discriminatória; assim como salientar que todos os que defendemos a liberdade e a democracia devemos combater o discurso anti mediático levado a cabo por tantos, incluindo responsáveis políticos de nível mundial, e que só semeia confusão e alimenta populismos”, acrescenta.

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