A nova edição da DDD – D De Delta, a revista trimestral do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, já está disponível e convida à descoberta de novas histórias que despertam a imaginação e inspiram à ação.
O destaque desta edição vai para a primeira Conferência “Imagi_nação”, um encontro inspirador, que reuniu líderes, empreendedores, artistas, autarcas e pessoas ligadas ao sector social – como David Simas, Alexandra Machado ou Dino
d’Santiago – no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior. Um momento de reflexão sobre os valores de Rui Nabeiro e sobre a importância de continuar a construir o futuro a partir da imaginação e da liderança com propósito.
Ao longo de uma manhã dedicada aos temas Humanidade, Comunidade e Território, Inovação com raízes e Liderança com propósito e legado, este encontro assinalou o início de um movimento maior, inspirado na forma como o Comendador Rui
Nabeiro construiu o seu caminho a partir de uma convicção intemporal: “Se todos quiséssemos, o mundo seria extraordinário.”
Nesta edição, Rita Nabeiro entrevista Carlos Coelho, Presidente e Cofundador da Ivity Brand Corp, um dos maiores nomes do branding em Portugal, que celebra mais de 40 anos de uma carreira dedicada a transformar marcas em património coletivo. Numa conversa marcada pela reflexão e pela experiência, Carlos Coelho destaca o papel da imaginação como força motriz para deixar marca.
E porque são muitas vezes os detalhes que contam as maiores histórias, esta edição convida a descobrir como paredes caiadas inspiraram o vinho Caiado, hoje presente também na distribuição moderna; a história de João Amorim, que depois de viajar pelo
mundo decidiu ressuscitar uma aldeia abandonada através do turismo consciente; ou ainda o azulejo azul que transforma um simples latte numa pequena obra de arte, na mais recente edição Wonder Coffees, da Delta Coffee House Experience em colaboração com o artista português Diogo Machado (Add Fuel).
A nova edição da DDD leva ainda os leitores por um roteiro pela ilha do Porto Santo, entre trilhos vulcânicos, piscinas naturais e restaurantes onde o mar chega diretamente ao prato; até Manhattan, numa rota por moradas onde o café português se encaixa na perfeição com a cultura local.
