O Centro de Ciência do Café (CCC), em Campo Maior, integra, a partir de hoje, dia 11 de Novembro, a rede nacional de Centros Ciência Viva, passando esta estrutura a contar com 22 entidades agregadas.
Em comunicado, o CCC indica que a assinatura do protocolo de adesão com a Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica decorreu no 26.º Encontro da Rede de Centros Ciência Viva, realizado em Campo Maior.
O CCC, pertencente ao grupo Delta Cafés, é o terceiro espaço de divulgação científica na região do Alentejo a integrar a rede, depois da Mina de Ciência – Centro Ciência Viva do Lousal, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal, e o Centro Ciência Viva de Estremoz, no distrito de Évora.
Com uma área total de 3.426 metros quadrados, o CCC é um espaço que reúne conhecimento científico, atividades interativas e espaços de formação, promovendo uma experiência de aprendizagem aos visitantes.
Inspirado pelo universo do café, o CCC reúne áreas de conhecimento, desde o ciclo da planta ao grão, passando pela torra e por modelos de consumo e assume como missão a promoção da ciência e a sustentabilidade associadas ao café.
Com a entrada no projeto, o CCC passará a integrar uma rede colaborativa que promove dois encontros anuais de diretores de centros e diversas ações de formação dirigidas a monitores.
Estas iniciativas destinam-se a fomentar a partilha de conhecimento, experiências e boas práticas entre os diferentes centros da rede.
Citada no comunicado, a presidente dos Centros de Ciência Viva, Rosália Vargas, sublinha que a entidade que gere conta com uma “rede dinâmica em contínua expansão” e em “estreita colaboração” com autarquias, instituições científicas, empresas, investigadores e comunidade educativa.
“A integração do CCC na rede vem reforçar a missão da Ciência Viva, que há 29 anos promove a cultura científica e tecnológica”, acrescenta.
Também citado no comunicado, o presidente do conselho de administração da Delta Cafés, João Manuel Nabeiro, considera que ao integrar a rede, o CCC reforça o “compromisso em inspirar gerações” através da ciência, da sustentabilidade e da valorização do café como produto de conhecimento e cultura.
“Este passo fortalece a nossa missão de aproximar o público da ciência e da inovação, promovendo uma aprendizagem onde a curiosidade se transforma em descoberta e o café serve de ponto de partida para explorar múltiplas áreas do saber”, considera.
No comunicado é ainda referido que os 22 centros vão continuar a “promover a cultura científica e tecnológica em todo o país”, acompanhando o “crescente interesse” das famílias, dos turistas e das escolas em iniciativas de sensibilização e democratização da ciência em Portugal.
 
HYT // JLG
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