No passado dia 25 de fevereiro, as equipas da Escola Secundária de Ponte de Sor receberam a notícia de que os projetos “Alent’Ovo” e “Ovoestelado” haviam sido selecionados para serem apresentados no evento final da 2.ª edição do “AstroOvo”, dia 12 de Março, no Pavilhão do Conhecimento – Centro de Ciência Viva, em Lisboa.

A organização da iniciativa recebeu mais de 100 projetos, envolvendo aproximadamente 700 alunos

A atividade Egglander ou Eggnaut é bastante conhecida, tendo já sido realizada em outros estabelecimentos de ensino com regras quase idênticas.

O ESERO Portugal desafiou os professores responsáveis de cada equipa a utilizar esta atividade como exemplo de um desafio criativo, em função do nível etário e de escolaridade dos alunos.

Encorajados pelas professoras Cristina Gonçalves e Sílvia Veríssimo, os alunos formularam uma questão problema, pesquisaram, investigaram, testaram, e, com determinação, foram bem sucedidos.

A equipa “Alent’Ovo”, constituída pelos alunos da turma 10º A – Carolina Calhau, Filipa Galveias, Francisca Falca, Francisco Rodrigues, Gabriela Lourinho, Joana Vital, Maria Tomás, Pedro Coelho, Mariana Esculcas, Sofia Marques e coordenada pela professora de Física e Química, Cristina Gonçalves, viu o seu projeto reconhecido com o 1º lugar deste desafio a nível nacional. Apresentaram-se com um projeto inovador e sustentável no que concerne à interação entre a funcionalidade, o ambiente e o meio local, o que levou o vídeo de apresentação do projeto a destacar-se entre os restantes finalistas.

Já a equipa “Ovoestelado” destacou-se com um projeto inovador que consistiu na criação de uma cápsula cúbica com agitadores de madeira, concebida para garantir a proteção eficaz do ovo durante a experiência. Este trabalho permitiu à equipa alcançar um excelente desempenho, resultando na atribuição do 3º lugar. A equipa foi constituída pelos alunos da turma 10º B:  Beatriz Silva, Henrique Pedro, Inês Silvestre, Lara Neves, Manuel Carda, Maria Duarte, Miguel Pratas, Raquel Garcia, Raquel Macedo, Rita Lopes e Sofia Canas, sob a coordenação da professora Sílvia Veríssimo.

O sucesso destas equipas na iniciativa demonstra a importância da aprendizagem baseada na exploração científica e no trabalho em equipa.

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