Em causa está a morte de um utente, de 73 anos, residente em Vendas Novas, no dia 31 de outubro de 2024, que originou a abertura de um inquérito ao atendimento realizado pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) rejeitou na sexta-feira, dia 1 de Agosto, uma relação direta entre a morte do utente de Vendas Novas, no distrito de Évora, e a greve dos técnicos do INEM no final de 2024.

“Não é possível o estabelecimento de nexo de causalidade entre a demora e o desfecho fatal verificado, uma vez que as probabilidades de sobrevivência seriam bastante limitadas, quase nulas, atento o quadro clínico do utente”, concluiu a IGAS.

Em causa está a morte de um utente, de 73 anos, residente em Vendas Novas, no dia 31 de outubro de 2024, que originou a abertura de um inquérito ao atendimento realizado pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O inquérito foi instaurado em 27 de maio, tendo o relatório sido concluído na passada quarta-feira.

A IGAS já concluiu as investigações a sete das 12 mortes registadas durante a greve dos técnicos do INEM às horas extraordinárias, que arrancou em 30 de outubro e foi suspensa a 7 de novembro, mas que no dia 4 de novembro coincidiu com uma greve geral da administração pública.

O MP tem seis inquéritos em investigação a mortes ocorridas durante a greve do INEM.

O relatório foi remetido ao Conselho Diretivo do INEM, ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central, ao Ministério Público (MP), à Procuradoria da República da Comarca de Montemor-o-Novo, onde corre um inquérito judicial, e ao Ministério da Saúde.

Lusa

Carregar mais artigos relacionados
Carregar mais artigos por Redacção
Carregar mais artigos em Actual

Veja também

Dois ligeiros colidem no cruzamento de Barbacena

Um acidente entre dois veículos ligeiros de passageiros ocorreu na tarde desta segunda-fei…