A adesão ao regadio de Veiros, instalado em 2015, em Évora e Portalegre, passou de 18% em 2016 para 67% em 2022, segundo dados ontem divulgados pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), que coordena o projeto.
“[…] A adesão ao regadio tem vindo a aumentar gradualmente, passando de cerca de 18% em 2016, ano em que o sistema distribuiu água pela primeira vez, para 67% em 2022”, indicou, em comunicado, a DGADR.
O projeto, que é gerido pela Associação de Beneficiários do Perímetro de Rega de Veiros (ABPRV), cobre uma área superior a 1.000 hectares e integra uma barragem de aterro, construída na ribeira de Ana Loura, uma estação elevatória, 20 quilómetros de rede de rega, e uma rede viária com mais de 10 quilómetros de extensão.
Segundo os dados da ABPRV, a eficiência média no transporte para a rede de rega, através de condutas enterradas, é de 96%.
Na área em causa, a rega gota-a-gota é o método de precisão mais utilizado pelos beneficiários.
“São utilizadas sondas de humidade instaladas no solo, para obtenção de valores de água armazenada no solo que, cruzando com os dados climáticos registados na estação meteorológica, permitem determinar a quantidade de água necessária a aplicar”, explicou, citado em comunicado, o diretor técnico da associação, Tiago Carrilho.
Para a chefe de divisão do regadio da DGADR, Isabel Loureiro, a procura de áreas beneficiadas pelo regadio deve-se, sobretudo, “ao apoio de proximidade aos agricultores e às ações de manutenção e reparação” para garantir que as campanhas de rega decorrem sem problemas.
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