O Ministério da Saúde confirmou ontem a sucessão de Fernando Araújo no Centro Hospitalar e Universitário São João, no Porto, por Maria João Baptista, e anunciou a nomeação de Vítor Fialho no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE). 
Em comunicado, o gabinete do ministro Manuel Pizarro refere que “dois hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) iniciam o ano de 2023 com a nomeação dos novos conselhos de administração” e remete um despacho do Governo que nomeia, “com efeitos a 02 de janeiro [segunda-feira]”, os órgãos dirigentes do CHUSJ e do HESE.
Os mandatos serão de três anos.
“O conselho de administração do CHUSJ, no Porto, será presidido por Maria João Baptista (…). Para exercer funções no Hospital de Évora foi designado Vítor Fialho”, refere a tutela numa nota na qual descreve os corpos administrativos novos.
A substituição de Fernando Araújo, agora diretor executivo do SNS, por Maria João Baptista, até aqui diretora clínica do Hospital São João, foi confirmada à agência Lusa em 18 de outubro por fonte do SNS.
Acompanham a médica, como diretor clínico, o coordenador da Unidade de Medicina Intensiva, Roberto Roncon, Paulo Mota, como novo enfermeiro diretor, enquanto Sofia Leal e Fernanda Oliveira serão vogais executivas.
Já no hospital de Évora, acompanham Vítor Fialho, Maria Luísa Rebocho (diretora clínica), José Chora (enfermeiro diretor) e António Martins Guerreiro e Maria do Céu Canhão (vogais executivos).
Vítor Fialho é licenciado em engenharia mecânica e especializado em Administração Hospitalar.
O Ministério da Saúde destaca que Fialho acompanha, desde 2009, em diferentes responsabilidades, a construção do Novo Hospital Central do Alentejo.
Já Maria João Baptista passa a presidir o maior hospital da zona Norte onde entrou em 1997, como Interna Complementar de Cardiologia Pediátrica, depois de entre janeiro de 1995 e dezembro de 1996 ter sido Interna Geral no Hospital Santo António.
Em ambos os casos, os membros dos conselhos de administração cessaram o respetivo mandato em 31 de dezembro de 2021.
Os novos conselhos de administração foram designados por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Saúde e das Finanças, para um mandato de três anos.
A tutela salvaguarda que o diretor executivo do SNS “foi ouvido no processo” e adianta que “está em curso a tramitação legal para as restantes nomeações de conselhos de administração das unidades hospitalares do SNS que cessaram mandato, nomeadamente das que viram as suas nomeações prorrogadas no contexto da resposta à pandemia”.
“O Ministério da Saúde reconhece publicamente o trabalho das equipas que agora cessam funções, renovando o compromisso na consolidação da gestão das unidades do SNS ao longo de 2023”, termina a nota.

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