O número de novos contratos de arrendamento de habitação diminuiu 5,5% no terceiro trimestre, em termos homólogos, para 22.138, enquanto as rendas medianas aumentaram 7,6% para 6,55 euros por metro quadrado, divulgou hoje o INE.
De acordo com os dados provisórios das estatísticas de rendas da habitação ao nível local, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no terceiro trimestre, “a renda mediana dos 22.138 novos contratos de arrendamento atingiu 6,55 euros por metro quadrado”, o que representa “um aumento de 7,6% face ao período homólogo de 2021 e um decréscimo de um ponto percentual face à variação homóloga registada no trimestre anterior”.
Já o número de novos contratos diminuiu 5,5%, face ao mesmo trimestre do anterior, depois de uma subida de 2,1% registada no trimestre anterior.
A renda mediana aumentou em todas as sub­regiões NUTS III, com exceção da Região Autónoma dos Açores, onde diminuiu 5,3%.
As regiões do Alentejo Litoral (+32,5%) e do Alto Alentejo (+25,8%) registaram os maiores crescimentos homólogos e as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto aumentaram 12,6% e 9,2%, respetivamente.
No trimestre em análise, observou-se um aumento homólogo da renda mediana em 23 dos 24 municípios com mais de 100.000 habitantes, com destaque para os municípios de Barcelos (+25,5%), Funchal (+20,2%) e Cascais (+20,0%), com os maiores crescimentos.
Nas áreas metropolitanas destacaram-se, com valores superiores a 10 euros por metro quadrado e taxas de crescimento homólogo das rendas superiores às do país, os municípios de Cascais (13,63 euros/m2 e +20%), Lisboa (13,18 euros/m2 e +16%), Oeiras (11,79 euros/m2 e +13,7%) e Porto (10,08 euros/m2 e +10,5%).

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