A empreitada da primeira fase de recuperação, conservação e valorização do Aqueduto da Amoreira, em Elvas, finaliza este mês de Dezembro, concluídos que estão os trabalhos que implicaram um investimento de dois milhões de euros.

O monumento, classificado como Património Mundial pela UNESCO, sofreu obras de recuperação no último ano e meio e ao longo de 270 metros de extensão, desde a zona do rossio de São Francisco até ao primeiro arco atravessado da Estrada da Calçadinha.

A intervenção sofreu vários avanços e recuos, primeiramente a aplicação de multa por incumprimento de prazo, conforme foi divulgado pela autarquia na última reunião do município, depois pela dificuldade em encontrar mão de obra especializada para executar os trabalhos em locais onde a altura atingia os 31 metros. Posteriormente, numa fase mais adiantada da obra, a subida dos preços implicou várias revisões no valor total dos materiais utilizados.

O actual presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, já manifestou o interesse e desejo de dar continuidade, caso se enquadre em fundos comunitários, a uma segunda fase de obras de conservação num monumento que conta com oito quilómetros de extensão. No entanto, e em concreto, a actual obra finalizou e não existe qualquer concurso ou investimento confirmado.

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