Que comece a clássica das clássicas. O primeiro dia oficial da Baja Portalegre 500 foi reservado às verificações técnicas e administrativas para os 425 concorrentes que disputam, a partir de hoje, uma das mais emblemáticas provas de todo terreno da Europa. Homenagem a José Megre e cerimónia oficial de partida, que reuniu largos milhares de pessoas no centro de Portalegre, marcaram o arranque da prova do ACP, antecipando novo ‘banho’ de multidão no Alto Alentejo.

A tradição ainda é o que era. No recinto da NERPOR, o centro nevrálgico da Baja Portalegre 500, já se ‘respira’ o ambiente muito próprio da maior e mais famosa prova de todo terreno em Portugal. Pilotos e máquinas tiveram, na quinta-feira, o dia reservado às verificações técnicas e administrativas, num pelotão de 425 concorrentes dividido pelas categorias de automóveis, motos, SSV, quads, Promoção / Hobby e Mini-Baja.

Em disputa, estarão um total de 12 categorias internacionais das Taças do Mundo de Bajas da FIA e da FIM, além dos Campeonatos de Portugal sob a égide da FPAK e da FMP, onde há diferentes títulos nacionais para serem decididos nos próximos dois dias.

Durante a tarde de ontem foi também inaugurada uma escultura de homenagem à Baja Portalegre 500 e a José Megre, histórica figura da modalidade em Portugal e um dos criadores da prova alentejana. O monumento está situado numa das rotundas contíguas ao recinto da NERPOR, na Estrada Nacional 246.

Multidão na cerimónia de partida

À noite, no centro de Portalegre, a cerimónia oficial de partida reuniu, ontem, uma multidão de entusiastas da Baja Portalegre 500, que saudaram os concorrentes num ambiente de festa e que reeditaram uma das imagens de marca do evento. Um (bom) prenúncio para o Prólogo matinal de hoje, na Herdade das Coutadas, outro dos tradicionais ‘banhos’ de multidão da Baja Portalegre 500, com início às 07h50 para as motos e às 11h00 para os automóveis.

Para sexta e sábado foi delineado um percurso de 447,62 quilómetros cronometrados para os automóveis, e 414,21 quilómetros cronometrados para as motos, SSV e quads. Uma prova disputada, ao que tudo indica, com tempo seco e com um percurso reformulado face a anos anteriores. O desafio, esse, continua a atrair homens e mulheres de diferentes gerações e nacionalidades. Porque, em Portalegre, a tradição ainda é o que era.

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