A taxa de execução do programa operacional regional Alentejo 2020 aumentou cerca de 20 pontos percentuais, num ano, atingindo os 60,1%, no final de 2021, revelou hoje o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
“Houve um aumento muito significativo”, o qual permite ao Alentejo “estar ao nível de outras regiões de convergência e ter capacidade de exigência e reivindicativa” para que “não perca verbas nos próximos quadros”, afirmou à agência Lusa o presidente da CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva.
O responsável indicou que, quando foi eleito presidente da CCDR, nas eleições realizadas em outubro de 2020, a taxa de execução do programa Alentejo 2020 encontrava-se em “34,2%” e, no final desse ano, atingiu “os 40%”.
“Esta taxa foi de 60,1%, no final de 2021”, congratulou-se, sublinhando que a subida da execução do Alentejo 2020 foi na ordem dos 20 pontos percentuais, num ano.
Segundo o presidente da CCDR do Alentejo, desde 2014, altura em que arrancou o atual quadro comunitário, já “foram injetados na economia da região, em termos globais, cerca de 667 milhões de euros de pagamentos”.
“Só em 2021, foram 204 milhões de euros”, realçou Ceia Silva, que considerou que o Alentejo 2020 teve “uma execução notável” no ano passado e destacou a contribuição dos técnicos e equipa de gestão, bem como dos promotores dos investimentos.
Em relação aos outros programas operacionais regionais do país, “ultrapassámos o Algarve e estamos ao nível do Centro e do Norte, com pequenas diferenças percentuais”, vincou.
Em comunicado, a CCDR referiu que o programa Alentejo 2020, ao atingir uma taxa de execução de 60,1%, no final do ano, ultrapassou “os compromissos e metas contratualizados com a tutela”.
Este resultado, frisou, “foi conseguido num contexto extremamente difícil”, devido a constrangimentos provocados pela pandemia de covid-19 e pelo aumento significativo dos preços dos materiais e matérias-primas.
O programa comunitário Alentejo 2020 tem uma dotação global de cerca de 1.082 milhões de euros.
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