O governo chinês divulgou em outubro, pela primeira vez, um “livro branco” sobre a proteção da biodiversidade. O documento apresentou o conceito, as medidas e os resultados da conservação da biodiversidade na China e demonstrou os esforços do país para aderir ao multilateralismo e participar de cooperações globais, nas quais a China contribuiu com a sua sabedoria e soluções para a proteção da biodiversidade.

A biodiversidade é uma base importante para a sobrevivência e o desenvolvimento humano e está relacionada com o bem-estar global. Como um dos países com a biodiversidade mais rica do mundo, a China sempre atribuiu grande importância à sua proteção.

Na verdade, o lançamento do primeiro “livro branco” da China sobre a biodiversidade, é uma manifestação concreta da promoção da sua conservação. O documento apresenta, de forma abrangente, as práticas benéficas do governo chinês no campo da conservação da biodiversidade.

Impulsionada por uma série de medidas importantes, a tendência de deterioração ecológica da China foi basicamente contida, o ecossistema natural está praticamente estável e a melhorar, e a conservação da biodiversidade alcançou resultados notáveis. De acordo com o “livro branco”, 90% dos ecossistemas terrestres da China e 71% das principais espécies de animais e plantas selvagens protegidas estão atualmente sob proteção efetiva. De 2000 a 2017, cerca de 25% da nova área arborizada no mundo veio da China, e a sua contribuição no incremento da ecologização global ficou em primeiro lugar no mundo.

Como uma das primeiras partes a assinar e ratificar a Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade, a China implementa ativamente a Convenção e os seus protocolos e desempenha um papel importante no processo de conservação e governança da biodiversidade global.

Em setembro do ano passado, o presidente chinês, Xi Jinping, em discurso na Cimeira da Biodiversidade das Nações Unidas, sublinhou que devemos arcar com a responsabilidade pela civilização humana, explorar o caminho da coexistência harmoniosa entre a Humanidade e a Natureza, unir a governança global e melhorar a governança ambiental mundial. Como país anfitrião da 15ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade, a China aproveita esta oportunidade para formular metas e objetivos ambiciosos e pragmáticos para a conservação da biodiversidade global para os próximos dez anos, além de apresentar objetivos práticos e medidas viáveis para injetar um novo ímpeto na governança global da biodiversidade.

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