A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) manifestou-se hoje preocupada com a falta de efectivo no distrito de Portalegre, considerando ser mesmo uma situação “gritante”.
“Lamentamos que a tutela não considere como urgente a gravíssima situação que atravessa esta zona do país, em que estão em maior número os postos que não possuem patrulhas às ocorrências em alguns turnos, sendo humanamente é impossível prestar um serviço de policiamento preventivo e de proximidade”, denuncia a delegação sul da APG/GNR.
A associação revela, apesar de uma reunião realizada no ano passado com a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) e por via de três ofícios, ainda “não obteve resposta até à data” sobre a necessidade dos municípios do distrito intervirem, através da comunidade intermunicipal, junto do Governo e do Ministério da Administração Interna.
“A falta de efectivo que, sendo um problema comum a todo o território nacional, assume maior gravidade nas zonas interiores, sendo o distrito de Portalegre um excelente exemplo”, frisa a APG/GNR.
A referida associação explica que “a carência de efectivo não só colide com as condições de trabalho dos profissionais que prestam serviço no distrito de Portalegre como é um factor fundamental de avaliação da qualidade da segurança pública prestada às populações e, em simultâneo afecta o desenvolvimento da região”.

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