Rondão Almeida lidera o Movimento Cívico por Elvas (MCPE) “há quase oito anos”, que, segundo o próprio, “luta pelos interesses da cidade”.
“É um conjunto de pessoas oriundas de todas as ideologias político-partidárias, um conjunto de pessoas com uma grande experiência técnica e profissional, por sua vez, um conjunto de pessoas que não precisam rigorosamente nada da política, daí o aceitar, mais uma vez, poder liderar uma equipa deste género”, frisou o candidato.
Já as razões que o levam a candidatar–se à Câmara Municipal de Elvas “é porque alguma coisa”, do seu ponto de vista e da equipa que dirige, “não está em conformidade com aquilo que são os grandes interesses dos elvenses”.
“Elvas precisa de um líder que seja capaz de unir as pessoas e não dividi- -las. Qualquer equipa, seja ela empresarial, seja ela do mundo associativo, em termos gerais, culturais ou desportivos, se não tiver um líder capaz de unir, em determinada altura sente-se a trabalhar sozinho. Infelizmente, o que aconteceu nestes últimos anos na Câmara Municipal de Elvas foi mesmo isto”, lamentou.
Para Rondão Almeida, o responsável por esta situação foi “o líder [Nuno Mocinha], que não foi capaz de unir, mas o que ia fazendo serviu para desunir”.
O candidato recordou, por exemplo, as saídas de Paulo Canhão, Gaspar Magarreiro, João Vintém, Cláudio Carapuça, “um jovem que reúne todas as condições para ser um excelente quadro técnico, com grandes qualidades, que nunca teria perdido”, e Paulo Dias. “Um director da área administrativa e financeira abandona um presidente da Câmara”, questionou.
Por outro lado, a própria “família da Câmara Municipal” tem os funcionários “completamente divorciados uns dos outros”. Porquê? “Chegaram unidades novas à Câmara que se sobrepuseram em relação àqueles que têm 10, 15, 20 e 30 anos de casa. Isto criou uma desarticulação total e um desentendimento desta família”, explicou Rondão Almeida.
O líder do MCPE acusou depois Nuno Mocinha de tentar “desunir a casa dos outros” quando recebeu na sua equipa o vereador Sérgio Ventura. “Nós continuámos unidos”, disse, acrescentando que “aquele senhor [Sérgio Ventura] pagará pelo carácter que teve, uma vez que foi eleito por três mil e muitos votantes e depois entregou esses votos”.
Na opinião do candidato, “Elvas precisa de um presidente que não volte as costas aos elvenses”, uma “frase” que “assenta que nem uma luva em Nuno Mocinha”, pois “afastou-se daqueles que o elegeram”.
“Temos um presidente que tem alguma dificuldade em ver uma candeia que dê alguma iluminação a seu lado. Eu sou ao contrário. Quanto mais velas acesas andarem ao meu lado, mais a minha luz sobressai”, afirmou.
Continuando o seu “diagnóstico” ao que se passou nos últimos anos, Rondão Almeida também notou em Nuno Mocinha “uma grande fragilidade na luta dos interesses municipais relevantes”, como, por exemplo, “a plataforma logística, que tinha projecto e acordo transfronteiriço para ser colocada no Caia português”.
O mesmo aconteceu em relação ao Hospital de Santa Luzia, onde “não se tem ouvido uma voz forte para impor à Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano aquilo que é o interesse dos elvenses na sua área de saúde”.
“O problema da área da saúde é que nós já tivemos uma qualidade de serviço prestado pelo nosso hospital e que deixámos de a ter. Eu sei que perdemos uma unidade, que até a tinha ganho quando cheguei a Elvas. Deixei fechar a maternidade porque não consegui, de maneira nenhuma, ter forças suficientes para não o fazerem. Mas depois o que é que se perde? O nosso hospital, há meia dúzia de anos, tinha um conjunto de valências que ia da cardiologia à ortopedia, cirurgia, medicina, um bom serviço de radiologia, em termos de laboratórios, em termos da própria gestão administrativa e financeira… Tínhamos as nossas autonomias. Actualmente somos uma urgência básica, que aquilo é um segundo centro de saúde”, observou.
O líder do MCPE considerou ainda que, “ao longo destes últimos dois/três anos”, a ULSNA “tenta ludibriar os elvenses” com a promessa da “colocação em Elvas de uma Clínica de Alta Resolução”, sendo que “Nuno Mocinha acompanha este processo” e “sabe evidentemente que isso nunca mais se iria fazer e não se fez”.
A “última ideia” era “colocar a ressonância magnética”, que “até tinha o apoio de um conjunto de entidades”, mas “chegou–se à conclusão que a ressonância magnética, afinal de contas, não a colocamos no hospital porque o hospital, efectivamente, não tem condições nem espaço físico adequados para a receber e, claro, está em Portalegre”.

Conhecer a situação financeira da Autarquia

Como o actual executivo está “a terminar um mandato”, Rondão Almeida defende que devia ser “publicada a actual situação financeira” da Autarquia, que passa “não só por dizer qual é o saldo de dinheiro existente na caixa”, mas também “qual é o valor dos encargos que estão assumidos para o futuro, qual é o conjunto de obras que estão executadas e que ainda não estão pagas, qual é o conjunto de receitas que têm por receber de fundos comunitários e que ainda não receberam, ou seja, fazer um balanço para que as pessoas se apercebam de tudo aquilo que vai ser o futuro do novo executivo eleito pelo povo”.
“Os elvenses têm o direito de saber qual é a situação financeira actual do executivo”, vincou, acrescentando que “já lá vai o tempo em que estas coisas se podiam esconder”. O líder do MCPE acredita também que é possível “rentabilizar melhor” os recursos humanos da Câmara Municipal de Elvas, não concordando, por isso, com o “contrato da recolha de lixo”.
“Nós vamos tentar parar esse contrato. Se a frota que a Câmara tem está a precisar de ser trocada, gaste 400 ou 500 mil euros em viaturas. Pessoal? Pessoal tem. Vamos aproveitar os recursos humanos que temos, compramos máquinas e fazemos, com certeza, a gestão por metade do dinheiro”, referiu.
De acordo com Rondão Almeida, esta situação é “completamente diferente” do que aconteceu com a concessão da água.
“A concessão da água é feita de uma forma tão exemplar que muitos dos meus colegas me pediram o caderno de encargos quando se lançou o concurso. Nós encontrámos uma multinacional que queria entrar em Portugal, através da questão do tratamento da água, por Elvas e Campo Maior. Estamos a falar da aqualia, porque já tinha a parte da Extremadura. Os indivíduos aceitam tudo e mais alguma coisa que é imposto no próprio concurso e nós ficamos admirados por eles aceitarem tudo. Eles aceitam assumir um quadro de pessoal que vai desde a chefe de divisão, a arquitecta Maria José, ao cabouqueiro. Qualquer coisa como trinta e tal pessoas que a Câmara deixaria de ter o encargo para ter a aquaelvas. Eles aceitam fazer um investimento no decorrer da concessão de quatro milhões de euros na requalificação da rede. Eles aceitam e são obrigados a manter o preço tarifário que constava na altura e só o poderiam modificar, tal como acontecia também enquanto nós fazíamos a gestão, tendo em atenção a taxa de inflacção”, esclareceu.
Estes “dados”, segundo Rondão Almeida, “salvaguardam por completo” o “consumidor”, fazendo Elvas “um negócio de excelência”. Contudo, “neste momento estamos a pagar a água mais cara quase do País”. O candidato justifica esta situação com “uma série de alterações ao contrato, em que até já está englobado o tratamento das águas residuais”.
Assim sendo, o que o MCPE pretende é “tentar negociar com a empresa”, nem que tenha de “dar por terminada a concessão e fazer a indemnização que é normal em termos contratuais para poder gerir as águas”.
“Tem de se tomar uma determinada linha de orientação para o futuro, tendo em atenção que muita coisa tem de ser revista, porque na tal tabela tarifária não está só o preço do metro cúbico, mas estão depois um conjunto de outros serviços, como é a ligação, o corte, etc., e aí tem havido aumentos de 300, 400 e 500 por cento, sendo que a entidade reguladora não se pronuncia em relação ao corte nem ao preço do serviço tal”, disse.

Habitação e política de arrendamento

Segundo uma “audição à população” efectuada pelo MCPE, os problemas existentes em Elvas são “uma falta de limpeza pública, falta do tratamento de espaços verdes, falta de segurança, falta de estacionamento, habitações degradas e a política de arrendamento”.
Também de acordo com o movimento independente, “Elvas tem um Centro Histórico com 1369 habitações, das quais 683 estão devolutas e, destas, 420 estão a precisar de obras”. Afectas aos serviços e ao comércio “temos 407 habitações, sendo que 137 estão devolutas”. De “habitação social pura e dura temos 287 fogos”, propriedade “da Câmara, do IHRU e da Segurança Social”.
Perante este diagnóstico, a política do MCPE passará, em primeiro lugar, pela “recuperação do parque predial de tudo o que são centros históricos (cidade e aldeias)”, ou seja, “não só recuperá-los como fazer um regulamento que permita dar prioridade a casais jovens para ocupar essas casas reabilitadas”.
“Há que fazer um regulamento para que as casas reabilitadas dentro do centro histórico sejam dirigidas para casais jovens, com o objectivo de rejuvenescer o tecido social da cidade”, precisou.
Outra “grande preocupação” de Rondão Almeida no que diz respeito a “atenuar os problemas da habitação” tem a ver com “aquilo que é designada” por si “a nova classe pobre, que é a classe média, que vê, de facto, grande parte do seu produto bruto que entra em casa, entre 30 a 45 por cento, para a renda”. “Isto tem que acabar”, afirmou.
Assim sendo, para a “nova classe pobre”, como classificou, que é “aquela classe média”, o candidato pretende criar “a renda acessível, compatível com o orçamento da pessoa”.
“Vamos ver os rendimentos per capita e vamos ver até onde as pessoas passam a ter direito a ter uma casa compatível com o rendimento, que nunca venha a exceder os 20 por cento do rendimento que a pessoa possa ter. Uma renda de casa nunca pode pôr em causa a qualidade de vida do agregado familiar e o que hoje está a acontecer é que, depois de pagar a renda da casa, as famílias ficam sufocadas com o pagar depois a luz, a água, os papéis da criança porque está a estudar, o colégio, etc., e pouco às vezes lhes fica para comer”, referiu.
Ainda na área da habitação, outras propostas passam por “recuperar a zona do Caia e de Vila Fernando”, onde “há um património excelente que com pouco investimento se arranjam moradias para poderem ser recuperadas e colocadas nos arrendamentos”, “aproveitar os loteamentos que existem e que não tiveram condições para avançar devido à crise internacional que surgiu” e “comprar edifícios que estão numa fase adiantada” de construção.
Isto porque “a bazuca financeira que vem de milhares de milhões de euros no PRR, grande parte destina-se a resolver o problema em Portugal da habitação”.
Já a pensar nos jovens, o MCPE pretende também avançar com “o loteamento de construção evolutiva”, com casas cujos projectos arquitectónicos permitam uma ampliação “de um momento para o outro”.
“A Câmara Municipal investe na construção de um T1, com 90 a 100 metros quadrados, que será colocado à disposição de casais jovens que possam comprá-lo a preço de custo, dentro dos 50, 60 ou 70 mil euros. O casal jovem pode adquirir um financiamento a 30, 40 ou 50 anos e ficar a pagar 70, 80 ou 90 euros. Esse casal, daqui amanhã, tem dois filhos e precisa de construir um quarto. Pura e simplesmente faz e dá conhecimento à Câmara Municipal”, explicou.
Tudo isto terá de ser executado através de concursos, pelo que “a Câmara terá de ter uma grande máquina”. Aliás, Rondão Almeida considera mesmo que a Autarquia “tem bons técnicos”. “Para mim, neste momento, tem uma excelente equipa de apresentação de candidaturas, que é controlada por Carla Carvão, e tem uma boa equipa da gestão financeira, liderada por Ricardo Ventura”, salientou.
O candidato também gostaria de ter na sua equipa o engenheiro Mário Batista. “Os elvenses nem sabem o quanto lhe devem. Mesmo que ele venha a ter a sua aposentação, que tem todo o direito a ter, será uma pessoa que eu irei fazer uma avença com ele para me acompanhar neste processo. Este processo precisa de um Mário Batista”, frisou.
Outra proposta que está no projecto do Movimento Cívico por Elvas é a requalificação do Bairro das Pias.
“Nós temos de partir das origens que foram criadas no Bairro das Pias, que foi um projecto-piloto nacional para a integração da etnia numa comunidade e acabou por ser totalmente desvirtuado ao longo dos anos. O Bairro das Pias, hoje, já não tem 42 pré-fabricados. Tem 42 pré-fabricados todos rebentados e tem mais outros tantos anexos de alvenaria por ali. Não pode existir nada disto. Como tal, tem de se requalificar aquele bairro e dar-lhe condições, também para exigir direitos e deveres a quem lá viva”, defendeu o líder do MCPE, lembrando o local já teve “dois agentes e um posto de segurança da PSP, duas assistentes sociais pagas pela Segurança Social e dois professores para trabalhar com as crianças em termos de ludoteca”. “Um bairro com estas características tem de ter este equipamento para partir logo de um princípio que dali é que podem começar a sair famílias para se irem integrando na sociedade”, acrescentou.

Política de emprego

No que diz respeito à política de emprego, Rondão Almeida começou por recordar que “a visão que tinha assentava em dois grandes projectos”: o “master plan de 150 hectares”, que “seria para dar continuidade à actual zona industrial e aproveitar a estação ferroviária”, e a “plataforma logística”.
Como a plataforma logística já está a ser construída em Badajoz, “agora temos de acabar com essa história” e “saber rentabilizar aquele projecto”.
“Trata-se de um projecto logístico e, evidentemente, tudo o que tem a ver com a logística vai funcionar no seu interior, mas não tem a ver com a indústria. Então, há a necessidade de haver um parque industrial que nós possamos vender como parque industrial transfronteiriço, que possa ser um complemento de uma plataforma logística. E uma empresa que agarra matéria-prima e a transforma necessita de executá-la em determinado território, mas precisa de estar próximo do transporte da logística”, referiu.
Portanto, o Parque Industrial Transfronteiriço ficaria instalado na Herdade da Comenda, que “é do Estado”, e iria destinar-se a “receber tudo aquilo que são indústrias leves e indústrias pesadas”.
Outra ideia para “atenuar” o problema da falta de emprego no concelho passaria por criar condições para atrair “a indústria da transformação agro-alimentar”.
“Como é possível nós continuarmos nesta passividade e não sermos capazes de ter território para poder chamar empresas para tratar produtos que nascem no nosso solo. Porque é que hão-de nascer aqui as hortícolas e agarram nelas, colocam-nas em comboios e vão para a zona do Ribatejo. Aí é que se está a criar riqueza. É precisamente nos locais em que aproveitam o nosso produto para o transformar”, lamentou o candidato.
Outro aspecto importante seria a “descentralização dos serviços do Estado”, dando como exemplo a possibilidade da vinda para Elvas de parte dos trabalhadores do INIAV que estão em Oeiras a “fazer o estudo daquilo que é o mundo agrário”.
Do programa do MCPE também faz parte uma proposta para “resolver o problema” da “mobilidade de quem trabalha”.
“Hoje temos de olhar para a eurocidade não como sendo um simples papel, mas como sendo um espaço físico que nos pertence a todos nós. Os três autarcas, conjuntamente com as associações empresariais, têm de se lembrar de criar uma rede de mobilidade eléctrica (autocarros eléctricos), que permita que a pessoa que é de Elvas e que trabalha em Campo Maior, por exemplo, possa ter um transporte que saia da sua casa meia hora antes de entrar no posto de trabalho e vice-versa”, disse Rondão Almeida.

Terceira idade

Em relação à terceira idade, o Movimento Cívico por Elvas defende a necessidade de “haver lares que permitam acolher os casais de idosos”.
“Não me sinto bem ao saber que há casais que, graças a Deus, levam a sua vida até aos 90 anos e a cidade divide cada um. A nossa obrigação é dar colaboração para a ampliação dos lares, para que cada um possa ter três, quatro ou cinco quartos para casais”, sublinhou Rondão Almeida.
Ainda nesta área, o MCPE propõe “criar um regulamento que apoie a terceira idade no pagamento da renda da casa, da factura da água e da factura da luz”.

Hospital ampliado e com mais valências

Na área da saúde, Rondão Almeida promete fazer “barulho quanto baste para que o hospital venha a ser classificado na rede nacional de hospitais tal como está classificado o hospital de Portalegre”, ou seja, “tem de ser médico-cirúrgico”.
Outro objectivo é “aproveitar os milhões de euros da bazuca financeira” para “os investimentos que fazem falta na saúde” e, nesse sentido, “fazer o alongamento do hospital”.
“Faça-se um grande investimento de três ou quatro milhões para duplicar a área física do nosso hospital. Evita e retira imediatamente aquela lógica de dizer que a ressonância e a Clínica de Alta Resolução não cabem”, afirmou.
Ainda de acordo com o candidato, o novo bloco seria construído “na zona onde está o parque de estacionamento, passando o parque a subterrâneo”.
O líder do MCPE também irá “exigir” que “voltem a funcionar em Elvas as várias valências”. “Queremos ter aquilo que já tivemos e que, por alguma razão, nos levaram”, vincou.

“Nuno Mocinha vai perder as eleições”

Sobre os possíveis cenários do acto eleitoral, a leitura que Rondão Almeida faz é que “vai ser muito difícil alguém poder ganhar com maioria absoluta”.
Na sua opinião, o resultado poderá ser “3-3-1” ou, “na pior das hipóteses, 3-2-1-1”, sendo que acredita que “Nuno Mocinha vai perder as eleições”.
Não havendo maioria absoluta, o Movimento Cívico por Elvas, “se ganhar a Câmara, é a única entidade que tem facilidade em fazer acordos pós-eleitorais”.
“O movimento cívico independente já por si vive na base de todas as ideologias. Não está preso a nada nem a ninguém. Tal como recebeu, dentro do movimento, pessoas com ideologias de CDS, PSD, CDU, etc., então quando tiver o poder ele vai desenvolvê-lo da mesma forma. Primeiro do que tudo é respeitar aquilo que é a vontade popular. Coloca lá os eleitos, têm de ser todos respeitados como tal”, referiu Rondão Almeida.
O líder do MCPE admite uma coligação com o PSD/CDS-PP, mas também “nunca deixaria os eleitos do Partido Socialista de lado”.
“A Paula Calado seria convidada para ter o seu pelouro e ser vereadora e, simultaneamente, os eleitos do Partido Socialista seriam convidados para trabalhar. Em relação ao Chega, tudo depende da sua própria posição”, disse.
Questionado em quem votaria se não fosse candidato, Rondão Almeida preferiu não responder. “Tenho uma certa dificuldade em o dizer”, reconheceu.

Entrevista conduzida por João Alves e Almeida com Nuno Barraco

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