Os aplausos. As palmas. As primeiras, após uma longa ausência, da música ao Cine-Teatro de Elvas devolveu o público à plateia e os músicos ao lugar sagrado, o palco.

O saxofonista Nanã Sousa Dias e o compositor e pianista Miguel Braga abriram a sexta edição do ArtJazz Festival, que se realiza a cada dois anos na cidade de Elvas.

O espectáculo “Hotel Musika” evoluiu em comunhão com o público, de máscara e em lugares com algum distanciamento. Mais de 50 pessoas assistiram ao concerto, cuja lotação, por sessão, ao longo do festival não pode ultrapassar as 103.

Amanhã, sexta-feira, actua o Quinteto Jazz de Lisboa, num tributo a Carlos do Carmo, com o nome “Saudade”.

Outra novidade chegou na primeira noite do Festival. A terceira noite, no sábado, vai ter presença de público, depois de inicialmente o serão musical ser apenas via streaming.

É já reflexo das medidas de desconfinamento anunciadas quinta-feira pelo governo e que permite a realização de espectáculos até às 22:30h ao fim-de-semana e, assim, a tempo de possibilitar uma 6ª edição do ArtJazz Festival plena de público.

“Hammond Project”, de Carlos Araújo & Luís Ruvina, com a presença de Manuel Santiesteban, tendo como convidado Paulo de Carvalho, é a proposta para a noite de dia 1 de Maio.

Os bilhetes podem ser levantados no Posto de Turismo e uma hora antes do início do espectáculo, nesta que é uma iniciativa dinamizada pela Câmara Municipal de Elvas em colaboração com Jorge Goes, director artístico do evento.

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