A Comissão Coordenadora do Distrito de Portalegre do Bloco de Esquerda (BE) defende que “a saúde é um direito e não um negócio” e, por isso, “não compreende” que “em plena pandemia de Covid-19 o Governo do PS tenha optado por não executar sete mil milhões de euros do Orçamento Geral do Estado, dos quais mil e quinhentos milhões podiam ter sido investidos no SNS e mil duzentos e cinquenta milhões usados para mais apoios sociais”.
“Os últimos meses demonstraram de forma trágica a necessidade de um SNS forte, capaz de dar resposta eficaz em todos os momentos e, principalmente, em momentos como os que vivemos. Apesar de todos os esforços feitos pelos seus profissionais de saúde, foram desmarcadas 1.200.000 consultas e canceladas 125.000 cirurgias”, refere a estrutura distrital do partido em comunicado, acrescentando que “precisamos de mais e melhor Serviço Nacional Saúde, mais e melhor saúde pública para todos, tendencialmente gratuita”.
Reunida em plenário, a Comissão Coordenadora do Distrito de Portalegre do Bloco de Esquerda saúda ainda “médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar dos hospitais, centros de saúde e extensões da ULSNA, bem como corporações de bombeiros do distrito pelo extraordinário esforço, dedicação e empenho demonstrado ao longo dos meses de pandemia, em defesa da saúde pública e das populações, travando um combate desigual para salvar vidas”.

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