A Direção-Geral da Saúde não deverá dar parecer favorável à realização da prova de todo o terreno Baja Portalegre 500 face à evolução da pandemia da covid-19, afirmou hoje a diretora-geral da Saúde.
Questionada sobre a realização da prova, que costuma acolher milhares de adeptos da modalidade ao longo do percurso e realizar-se com pilotos e respetivas equipas de vários países, Graça Freitas referiu não ter conhecimento de nenhum pedido da organização mas afirmou: “em princípio não daremos parecer favorável”.
“Temos pena, porque alguns eventos merecem todo o carinho e todo o apoio, mas estamos numa situação excecional e temos que ter medidas excecionais”, considerou, reforçando que “as próximas semanas serão de grandes restrições”.
A 27 de outubro, o promotor da prova, o Automóvel Clube de Portugal, apresentou um plano de contingência em que se previa que decorresse sem público.
No plano, disponível no sítio na Internet do evento, marcado para os dias entre 05 e 07 de novembro, é referido que “não será permitido” público na prova.
“Este ano, num esforço único, o ACP vai transmitir o maior número de horas da Baja de Portalegre através das plataformas digitais da prova, com classificações e diretos de vários momentos e locais da mesma”, lê-se no documento.
O ACP referia que os elementos da organização vão estar equipados com máscara e viseira e que vão ser realizados testes ao novo coronavírus nas 96 horas que antecedem a corrida aos elementos da organização que contactem com os concorrentes, bem como a todos os elementos que utilizam o edifício onde vai funcionar o secretariado da prova.

APN(HYT) // ZO

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