A ProToiro-Federação Portuguesa de Tauromaquia protestou hoje, junto ao castelo de Elvas, contra as políticas do Governo para o sector nas cerimónias oficiais de reabertura das fronteiras luso-espanholas.“O protesto tem como objetivo a discriminação de que o sector da tauromaquia está a ser alvo, com as normas da Direção Geral de Saúde (DGS) para os espectáculos tauromáquicos a preverem uma lotação de cerca de um terço, sendo menor do que os restantes espetáculos culturais que podem ter uma ocupação de 50% dos lugares dos recintos”,considera a pró-toiro.Portugal e Espanha reabriram a sua fronteira terrestre, após três meses de encerramento devido à pandemia de covid-19, numa cerimónia que se realizou em Badajoz e Elvas com a presença do rei de Espanha, Filipe VI, do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e com os primeiros-ministros dos dois países ibéricos.Também Os Verdes se manifestaram pelo encerramento da central nuclear de Almaraz, Espanha, no decorrer das cerimónias oficiais de reabertura das fronteiras luso-espanholas, em Elvas.“Nuclear, não obrigado”, um velho ‘slogan’ ecologista, e “É urgente encerrar Almaraz” foram duas palavras de ordem do protesto marcado pelo Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV), dias depois de dois incidentes na central que fica a 110 quilómetros em linha recta da fronteira portuguesa.Esta “ação de protesto” acontece depois de “mais dois incidentes, em cinco dias, na central nuclear de Almaraz” e “pouco mais de um mês depois do Conselho de Segurança Nuclear Espanhol ter dado um parecer favorável ao prolongamento” do seu funcionamento.

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