O PCP questionou hoje o Governo sobre a redução dos serviços de transporte rodoviário de passageiros no distrito de Portalegre, na sequência da pandemia de covid-19, mas as empresas contactadas pela Lusa desdramatizam a situação.A pergunta, divulgada hoje pela Direção da Organização Regional de Portalegre (DORPOR) do PCP, foi subscrita pelos deputados comunistas Vera Prata e Bruno Dias e dirigida ao ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.Os deputados comunistas querem saber que medidas tomou o Governo para “evitar a supressão ou diminuição” dos serviços de transporte rodoviário e que avaliação faz do impacto que essas medidas [supressão e diminuição de carreiras] tiveram junto das populações.“Que medidas vai o Governo tomar para assegurar a reposição e o reforço dos serviços de transporte e das condições de mobilidade das populações do distrito de Portalegre”, questionam os dois deputados.Na pergunta, Vera Prata e Bruno Dias relatam que logo que foram tomadas as primeiras medidas de prevenção e combate ao surto da covid-19 “verificou-se uma redução muito significativa” naquela região alentejana do serviço de transporte rodoviário de passageiros.“Situações houve de supressão total de carreiras rodoviárias a partir das freguesias rurais e, no que diz respeito à Rede Expressos, num distrito onde antes existiam 10 Expressos por dia, atualmente existem dois, o que representa uma redução de 80% dos serviços de transporte prestados”, lê-se no comunicado.Fonte da Rede Expressos contactada hoje pela agência Lusa garantiu que as “principais localidades” do distrito de Portalegre “estão servidas” e que a abertura de mais horários “é efetuada em função da procura verificada”.Também contactada pela Lusa, fonte da Rodoviária do Alentejo explicou que o serviço está a ser “reposto gradualmente”, de acordo com o que está articulado com a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).Na pergunta, o PCP considera ainda que a supressão ou diminuição de serviços “condiciona fortemente” as possibilidades de mobilidade das populações, o que “dificulta” o seu acesso a serviços essenciais.“Sem transportes a partir das freguesias rurais, muitos milhares de pessoas ficam sem condições de se deslocar para o emprego e também sem acesso a qualquer instituição bancária, a um posto ou estação de correios, aos supermercados, a uma farmácia ou mesmo a uma consulta médica”, lê-se no documento.
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