Comemora-se este ano o 30º aniversário da Feria taurina de Olivença.
Foi no verão de 1990 que Marceliano Ortiz Blasco e os seus filhos Jesús e Jacinto adquiriram a praça. A família revitalizou o recinto que estava num estado de semi-abandono e, a partir daí, Olivença tornou-se ano após ano um sinal de identidade do mundo do toiro.Este ano, a imagem apresentada para comemorar o 30º aniversário da Feria Taurina, que este ano decorre de 6 a 8 de março, foi o famoso azulejo Nitrato do Chile, que adorna a fachada do “coso”.Nestes trinta anos, grandes “diestros” passaram pelo “ruedo”. Nos seus “tendidos” já se sentaram igualmente inúmeras personalidades das artes, cultura, política ou do desporto.
Os cartéis:
6 de Março – Novilhos de Luís Albarrán, Juan Albarrán, El Freixo, José Luís Iniesta, Talavante e Vistalegre para os novilheiros, Diego San Román, Tomás Rufo e Manuel Perera
7 de Março – Toiros de Garcigrande para os matadores, Enrique Ponce, António Ferrera e El Juli
8 de Março – Toiros de Victoriano del Rio para os matadores, Emilio de Justo e Ginés Marín
8 de Março – Toiros de Zalduendo para os matadores, Morante, Manzanares e Pablo Aguado.

O mundo taurino pede que a Feira de Olivença seja declarada “Festival de Interesse Turístico Nacional”
A União de toureiros e a Associação Nacional de Picadores e Banderilleros demonstraram o seu apoio à iniciativa do município de Olivença em declarar a Feria del Toro como um festival de interesse turístico nacional. Também a União de Toreros considera que o evento é hoje uma das principais atrações da temporada taurina, graças à categoria dos cartéis, à selecção dos animais, ao respeito pelos toureiros e à hospitalidade com que todos são recebidos. Da mesma forma, a Associação Nacional de Picadores e Banderilleros espanhóis se uniu à União de toureiros e ao Conselho Provincial de Badajoz para apoiar a proposta do Consistório Oliventino.

Ir a Olivença, por Tiago Picão Abreu
Como escreve o cronista do diário digital linhasdeelvas.pt, na sua coluna semanal de opinião, “Ir a Olivença é exaltar Portugal, é chegar a casa e assumir o papel intrínseco de anfitrião ante aquela horda espanhola e espanholista de espanhóis verdadeiros e de aspirantes portugueses, que mais alegria sentem em picar boquerones e puntillitas do que em comer amêijoas à Bulhão Pato. Particularmente no fim-de-semana da feira do toiro, sente-se uma boa disposição generalizada pelas ruas, tudo é festa, sevillanas, cañas e gin Larios, numa antevisão da Primavera que não tarda já em chegar definitivamente. Que alegria ver uma Olivença cheia de gente, onde o toiro é rei, os toureiros príncipes e Morante imperador.”
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