O Politécnico de Portalegre é um dos institutos em que a sua presença tem menos impacto económico.
Este é o resultado do estudo elaborado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), que analisa os impactos directos e indirectos da presença de 12 destes institutos nas regiões onde se inserem.
A actividade económica gerada pelos 12 institutos analisados neste estudo varia entre os 17 milhões de euros do politécnico de Portalegre e os 129 milhões de euros do politécnico de Leiria. No caso de Bragança, por exemplo, o politécnico local é, entre os 12 analisados, aquele que mais pesa na criação de riqueza regional. Representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB) local e a sua actividade económica gera perto de 65 milhões de euros anuais. É também o 3.º maior empregador na região onde se insere, tendo criado 2.188 postos de trabalho, absorvendo 9% da população activa.
Aos mais de 61 milhões de euros gastos pelos estudantes em Leiria, que regista o valor mais elevado, contrapõem-se os cerca de 7,8 milhões de euros do politécnico de Tomar. Em termos absolutos, contabilizando as quatro variáveis, os valores de impacto directo variam entre cerca de 10 milhões de euros em Portalegre e 76 milhões de euros de Leiria.
O documento evidencia que cada euro de investimento público nos politécnicos é, no mínimo, duplicado.

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