O Banco de Portugal prevê um crescimento da economia de 1,7%, menos uma décima do anterior estipulado e a uma certa décalage dos 2,2% estimados pelo Governo, já que todas as restantes previsões apontam para crescimentos inferiores ao do executivo.
O Boletim económico do Banco de Portugal, divulgado hoje, 28 de Março, aponta que o crescimento deve crescer para 1,6% até 2021. O banco central defende ainda que o maior contributo para o crescimento será da procura interna e não das exportações.
O consumo das famílias está a aumentar mais depressa do que a actividade económica, e isso traduz-se num aumento do rendimento disponível real das famílias. Na habitação, a tendência será para uma progressiva desaceleração.
As importações devem crescer mais que as exportações, que serão mais uma vez potencializadas pelo turismo.
Por outro lado, as empresas estão a investir mais que em 2018. Nos próximos anos estes níveis devem manter-se em torno dos 6%, com tendência de descida.
Segundo escreve a Rádio Renascença, o consumo público deve acelerar este ano e continuar constante até 2021, num contexto de “crescimento muito moderado” do emprego público.
No mercado de trabalho, o emprego deve continuar a aumentar, mas a um ritmo inferior. Segundo o Banco de Portugal deverá passar de um crescimento de 2,3% no ano passado, para 0,4% em 2021. Na mesma medida, a taxa de desemprego, que em 2018 estava nos 7%, deverá chegar aos 5,2% dentro de dois anos.
A inflação prevista foi revista em baixa, desde 2018 até 2021, e deverá ficar abaixo do projectado para a zona euro.

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