A greve do pessoal não docente não afectou o funcionamento das escolas do Agrupamento Nº1 de Elvas.”Mantivemos tudo aberto. Houve apenas uma pessoa a aderir na sede”, disse ao “Linhas” a directora do agrupamento, Paula Rondão Almeida.A nível nacional, a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FSTFPS), afecta à CGTP, estima que 75 a 80 por cento dos estabelecimentos de ensino encerraram devido à paralisação.

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