Os enfermeiros vão voltar à greve. O Sindepor ( Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal) publicou um pré-aviso de greve entre 2 e 30 de Abril a decorrer em todos os serviços.
Carlos Ramalho, presidente do Sindepor, disse no início deste mês que os enfermeiros não têm sido respeitados pelo Governo e que em discussão pública está um diploma de carreira que não foi fruto de negociação, sendo antes uma imposição.
Os enfermeiros fizeram este ano greves em Janeiro e Fevereiro em blocos operatórios de hospitais públicos, o que resultou no adiamento de milhares de operações. A luta era apoiada por financiamento colectivo, o que a Procuradoria-Geral da República considerou ilegal.
A Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros suspendeu-a, mas o Sindepor manteve-a, tendo Carlos Ramalho estado em greve de fome durante dois dias.
A greve, a segunda no mesmo modelo e financiada por uma recolha de fundos numa plataforma ‘online’, arrancou depois de os dois sindicatos de enfermeiros terem terminado as reuniões negociais com o Governo sem consenso, sobretudo na questão do descongelamento das progressões da carreira, no aumento do salário base e respectivas progressões e na antecipação da idade da reforma, escreve esta quarta-feira a Rádio Renascença.

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