A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) está a recolher assinaturas para apresentar uma petição à Assembleia da República tendo em vista a alteração das lei em vigor de forma a proibir o fabrico, posse e venda dos meios que permitem a captura ilegal de aves.”Proibir o fabrico, posse e venda destes aparelhos é fortalecer a lei”, diz Joaquim Teodósio, coordenador do Departamento de Conservação Terrestre da SPEA.”Neste momento, só é crime se a pessoa for apanhada com as aves, mas quem tem armadilhas é porque vai usá-las”, acrescenta.A lei já proíbe a captura de aves selvagens, em reconhecimento do valor destes animais para o País, no entanto, dezenas de milhares de aves continuam a ser apanhadas todos os anos, tanto para serem consumidas como “passarinhos fritos” ou “voadores” como para serem vendidas como aves de gaiola.A SPEA propõe ainda que seja proibida a apanha da formiga d’asa. Estas formigas, que são maiores e mais nutritivas, são um alimento aliciante para as aves, que procuram energia extra quando se preparam para a migração. Por isso, são usadas como isco por quem quer capturar ilegalmente aves.

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