Cerca de 40% dos atendimentos nas urgências dos hospitais públicos foram considerados pouco ou nada urgentes. Os dados são referentes ao ano passado e representam cerca de 2,2 milhões de casos, noticia o JN este domingo, 17 de Fevereiro, de acordo com os dados do Serviço Nacional de Saúde.
Para este dado, foi considerado a atribuição da pulseira verde e azul, que representa que os utentes poderiam ter sido encaminhados para outros serviços de saúde, além dos Hospitais.
De acordo com a triagem de Manchester a pulseira vermelha representa emergente, o laranja – muito urgente: amarelo – urgente; verde – pouco urgente e azul – não urgente.
Estes 40% estão em linha com a proporção que se tem verificado nos últimos anos.
Na quinta-feira, 14 de Fevereiro, o Ministério da Saúde indicou que as urgências hospitalares registaram uma subida ligeira em 2018, num total de 6,36 milhões de atendimentos, depois de no ano de 2017 se ter verificado uma redução. O ano passado a pulseira mais atribuída foi a de cor amarela, com 2,6 milhões de atendimentos. A atribuição de prioridade laranja – casos muito urgentes – foi dada a menos de 600 mil atendimentos num total de 6,3 milhões, enquanto a vermelha foi atribuída em 20.500 casos. De acordo com os números do portal do SNS, houve ainda no ano passado mais de 700 mil atendimentos sem triagem de Manchester efectuada e cerca de 160 mil casos com atribuição de pulseira branca.

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