Maior penalização e uma resposta mais efectiva, esta é a posição da Secretária de Estado para a Igualdade e Cidadania que diz que só assim se poderá erradicar a violência doméstica.
Rosa Monteiro aponta que é preciso conter este tipo de comportamentos mas alterar “masculinidades agressivas”, sublinhando que a violência doméstica é um crime que “resulta da profunda assimetria em termos de relação de poder entre mulheres e homens que se tem revelado persistente”, lê-se na notícia do Público desta terça-feira, 12 de Fevereiro.
A governante diz que nos dias de hoje há uma maior consciência social da necessidade de se intrometer na vida de um casal, no entanto falta ainda denunciar e procurar apoio.
Em 2017 a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica acolheu 11.100 mulheres e demonstrou indicou uma ligeira diminuição de ocorrências.
“Não podemos menorizar. Isto é uma responsabilidade do sistema, é uma responsabilidade de todas as partes do sistema. Não podemos continuar a menorizar o crime de violência doméstica e não podemos continuar a passar uma mensagem de impunidade para com os agressores”, alertou a secretária de Estado.
Rosa Monteiro indicou que o país tem mecanismos necessários de apoio às vítimas, salientando que a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica tem 211 respostas específicas, não só casas abrigo ou acolhimento de emergência, mas também 143 gabinetes de atendimento que prestam apoio psicológico.

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