Nos últimos meses os funcionários da Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG) e da Unidade Militar de Emergências (UME) retiraram 30 mil toneladas de jacinto-de-água do rio Guadiana. uma planta invasora que pode ser “uma grande ameaça” para o reservatório do Alqueva.
“É uma grande ameaça. Enquanto que o troço que passa entre Mérida e Badajoz decorre num rio convencional e estreito, no Alqueva as margens estão a 10 quilómetros entre si. Será como entrar num mar onde se pode produzir uma quantidade enorme desta praga e quase impossível de controlar”, explicou David Catita do Departamento do Ambiente e Ordenamento do Território ao diário Hoy, numa conferência, em Mérida, com o tema ‘Protocolo de Actuação entre Espanha e Portugal para o controlo do Jacinto-de-águia.
O mesmo diz que nos últimos anos a praga de jacintos tem-se aproximado cada vez mais da barragem. O técnico apelou a uma maior consciência da sociedade portuguesa sobre o real perigo dos jacintos.
“O Governo vê esta situação como um assunto que Espanha está a combater. Mas a batalha também é de Portugal, mais até que Espanha”, afirmou.
Samuel Moraleda, presidente da Confederação Hidrográfica do Guadiana, apontou que desde o início dos trabalhos na luta contra os jacintos-de-água em 2004 já retiraram mais de um milhão de toneladas desta espécie do rio.
De momento mais de 400 elementos, entre eles 120 militares, estão a trabalhar na luta contra os jacintos. “Dos 170 quilómetros de rio invadido, já se conseguiu limpar por completo cerca de 35 quilómetros, entre Villanueva de la Serena, Mérida e Badajoz ”, indicou Moraleda.
Nesta conferência, foi acordado entre os dois governos um protocolo de acção para o controlo e eliminação dos jacintos-de-água nos troços fronteiriços do Guadiana, de forma a impedir que a planta não chegue ao Alqueva.
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