As espingardas de assalto G3 usadas pelos fuzileiros da Marinha portuguesa vão ser modernizadas. A decisão surgiu no final da audição do chefe do Estado-Maior da Marinha, o almirante Mendes Calado, sobre a nova lei de Programação Militar (LPM), esta terça-feira, 23 de Janeiro, numa altura em que o concurso de aquisição de uma nova arma ligeira para o Exército está em fase final.
O almirante Mendes Calado justificou a decisão por ser mais barata que adquirir uma nova espingarda automática.
O concurso do Exército inclui armas novas de calibre 7.62 mm igual ao das G3, mas o principal objectivo é adquirir uma espingarda de assalto de calibre 5.56 mm – adotado pela NATO – para paraquedistas e comandos, escreve o DN.
As espingardas G3 são usadas pelos militares portugueses desde a Guerra Colonial.
Foi também anunciado um investimento de 300 milhões de euros na construção de um navio polivalente logístico.
Mendes Calado referiu que a aquisição deste navio representa um grande desafio para a indústria naval portuguesa além de oferecer grande flexibilidade de actuação à Marinha, dado o leque de missões que pode cumprir a nível militar e apoio a autoridades civis, referindo que dado as capacidades do navio 300 milhões de euros é barato.

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