Portugal registou em 2017 cerca de 13,4 milhões de euros em gastos com vitamina D, um nutriente de cálcio e fósforo, mais do dobro do que em 2016,referem os dados da Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento).
De acordo com dois estudos da Universidade Nova de Lisboa e do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, noticiados pela SIC em 2017, constatou-se num défice de vitamina D de 15,7% em mulheres com mais de 65 anos enquanto que o estudo de Coimbra aponta para 71,7% de défice.
Após estes valores a Infarmed, a DGS e o Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) anunciaram que iam avançar com uma avaliação rigorosa ao diagnóstico e tratamento do défice da Vitamina D. Esta situação causa alarme num país como Portugal onde andar ao sol de manga curta durante cerca de meia hora é suficiente para a manutenção dos níveis adequados de Vitamina D. Assim refere António Vaz Carneiro, do Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, do qual a Ordem dos Médicos pediu para analisar o problema, escreve este sábado, 20 de Outubro, o diário Público.

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