O Governo inicia esta terça-feira uma discussão pública sobre o Programa Nacional de Investimentos 2030, de modo a definir as prioridades de investimentos infra-estruturais estratégicos de médio e longo prazo nos sectores da Mobilidade e Transportes, Ambiente e Energia.
No debate, que se prevê repetir por vários pontos do país, estão já em cima da mesa dezenas de projectos de investimento, metade dos quais ferroviários.
A linha de Cascais, o troço Braço de Prata – Chelas, a linha Espinho – Oliveira de Azeméis, a linha do Algarve e o troço Bombel – Poceirão, são algumas das áreas abordadas neste programa que, para já, deixa de fora o Alentejo e Douro.
Para além dos referidos anteriormente, outros projectos abordados pelo governo esta terça-feira dão sequência aos investimentos do Ferrovia 2020 (actualmente em curso), mas no caso do Alentejo e Douro, a continuidade dos investimentos do Ferrovia 2020 pode não estar assegurada.
Foram 40 os projectos escolhidos sendo que a modernização do pequeno troço entre Casa Branca e Beja ficou de fora, arriscando a viabilidade e continuidade do troço não electrificado.
No caso do Douro, o projecto de electrificação da linha entre a Régua e o Pocinho, bem como os estudos para a reabertura até à fronteira de Barca de Alva foram também, para já, descartados pelo actual executivo.

fonte:Público

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