As contas, avançadas pelo DN, são estimativas adiantadas pelo presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que apontam para cerca de três mil operações programadas que têm de ser adiadas por cada dia de paralisação no sector.
Para além de vários pacientes verem a sua intervenção adiada, entre estes, outros tantos só a conseguiram fazer já no próximo ano, uma vez que as paralisações consecutivas (seis só neste mês) aliadas aos feriados a meio da semana e às pontes, não permitem recuperar a actividade perdida .
Esta quarta-feira às 00:00 começa já a paralisação dos trabalhadores do sector público, uma greve nacional de dois dias convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública. A greve abrange todos os trabalhadores da área da saúde tutelados pelo Ministério da Saúde, excepto médicos e enfermeiros.
Já na próxima semana, são os sindicatos médicos que têm uma greve ao longo dos dias 8, 9 e 10.
Ainda em Maio, mais concretamente dia 25, os trabalhadores do sector da saúde voltam a cumprir greve, neste caso de apenas um dia e marcada pelos sindicatos afectos à CGTP.
O protesto levado a cabo sob a forma de greve exige a aplicação das 35 horas de trabalho semanais, progressões na carreira e pagamento de horas extraordinárias vencidas.

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