Segundo a denúncia apresentada por uma associação ambientalista esta terça-feira, 50 mil veículos em fim de vida terão “desaparecido”. Tratando-se de quase um terço do total de matriculas canceladas em 2016, a associação salienta a gravidade da situação, já que se trata de um resíduo perigoso.
“Temos uma situação em que existem muitas dúvidas sobre o destino de um terço dos 149.431 veículos, cuja matrícula foi cancelada em 2016”, refere o comunicado da Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero.
As baterias e os óleos usados, assim como outros componentes dos automóveis, são resíduos perigosos e, por isso, as viaturas em fim de vida devem ser encaminhadas para operadores devidamente preparados para a sua descontaminação, “o que pode não ter sido o caso destes cerca de 50 mil” veículos, segundo explica a Zero com base nos dados do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) sobre o cancelamento de matrículas em 2016.
Entre as situações detectadas e denunciadas pelos ambientalistas, destacam-se cancelamentos de matrículas sem emissão do obrigatório certificado de destruição e cancelamentos de matrículas por exportação a pedido do interessado.
A organização de defesa do ambiente comentou a situação, afirmando que no caso as excepções se tornaram regra e que “muitos destes veículos acabam em sucateiros ilegais” que ” não têm sido alvo de uma adequada fiscalização”.

fonte:CM

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