Desde o início do ano, devido ao descongelamento das carreiras, muitos professores reuniram as condições para mudar de escalão e começar a beneficiar do respectivo aumento salarial. Mas as questões técnicas e burocráticas associadas ao processo ameaçam adiar a revisão dos ordenados até Março ou Abril.
As escolas têm vindo a fazer um recenseamento das carreiras de todos os docentes ao seu serviço como forma de aferir a progressão de muitos deles, mas a tarefa não tem sido fácil e os adiamentos são sucessivos.
Trata-se de reposicionar os professores que, pelo tempo ter voltado a contar, garantiram o direito à progressão, numa factura estimada pelo Ministério das Finanças a rondar os 90 milhões de euros.
O reposicionamento salarial será feito em parcelas de 25% a cada semestre, o que significa que só ao fim de dois anos os docentes terão o aumento correspondente ao novo escalão. Para já, dependendo do escalão, o ganho mensal será de 20 a 50 euros.
Em causa não estão ainda os aumentos decorrentes da contagem do tempo de serviço congelado ao longo dos últimos anos, assunto ainda em negociações que representará, segundo a Fenprof, 600 milhões de euros quando todo o processo estiver finalizado, o que deverá levar vários anos.

fonte:DN

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