No relatório divulgado por Bruxelas, a 12 de Fevereiro, sobre a situação financeira dos agregados familiares da União Europeia, os dados mostram claras melhorias, mais concretamente, a taxa de crescimento anual fixou-se em cerca de 1,5%.
Impulsionada sobretudo por um aumento do rendimento do trabalho, a taxa foi positiva, o que significa que houve crescimento do rendimento dos agregados familiares em quase todos os Estados-membros, com excepção de alguns países, como Portugal.
Holanda, Croácia, Grécia, Itália, Espanha e Portugal, são os países em que o rendimento disponível bruto das famílias continua a ser inferior ao nível de 2008 (ano do início da crise).
fonte:jornal de negócios