Pela segunda vez o Governo não conseguiu atingir uma meta assumida pelo próprio ministro da Saúde, desta vez foi a de acabar 2017 com apenas 500mil utentes sem médico de família. Segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), avançados numa noticia do DN, em Dezembro de 2017 mais de 700 mil portugueses inscritos nos centros de saúde ainda estavam fora das listas.
Ora António Costa debruçando-se sobre o mesmo assunto, mas em Setembro de 2016, havia garantido que 2017 seria, “de uma vez por todas”, o ano em que todos os portugueses teriam um médico de família atribuído. Mesmo tendo o ministro da saúde, Adalberto Campos Fernandes, poucos dias depois, apontado para números mais realistas, afirmando que 2016 terminaria “com pouco menos de 500 mil portugueses sem médico de família”, no final de 2016, existiam ainda 769 537 utentes sem médico de família, (dados da ACSS)
Em Novembro passado, foi dada a mesma garantia, a de acabar 2017 com menos de meio milhão de utentes sem médico, por Adalberto Campos Fernandes na Assembleia da República, mas o número só baixou para cerca de 707 206, no final de 2017.

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