O poliuretano, material de isolamento que está a ser utilizado em muitas escolas para substituir o amianto, “não só é altamente inflamável como tem componentes orgânicos voláteis que se vão libertando com a sua degradação e que são cancerígenas”, alertou em declarações ao PÚBLICO, Carmen Lima, coordenadora da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza.
Carmen Lima refere ainda que existem “soluções sustentáveis para substituir o amianto, que não comportam riscos(…)” acrescentando que, “tal como está a acontecer com as obras de remoção do amianto, as soluções de substituição adoptadas têm apenas um critério: ser as mais baratas possíveis”.
Depois de na anterior legislatura serem intervencionadas 300 escolas, actualmente estão em curso 86 operações de remoção.
Amianto é proibido desde 2005 mas ainda cobre 4263 edifícios públicos.

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