Possui um corpo longo e esguio, uma cabeça que lembra a de uma cobra e uma dentição muito particular. Tem uma vasta distribuição geográfica e é a única pertencente à família Chlamydoselachidae, que não se encontra extinta.
A sua biologia e ecologia são ainda pouco conhecidas. Há algum tempo considerava-se até que a espécie estaria extinta principalmente devido ao facto de habitar sempre em profundidades não superiores aos 600 metros, sendo muito pouco conspícua.
O tubarão-cobra começou por ser notícia mundial a 24 de Janeiro de 2007, quando um exemplar fêmea foi filmado em águas pouco profundas no litoral do Japão, próximo da cidade de Shizuoka. A presença do tubarão em águas tão pouco profundas parece ter tido um impacte brutal no exemplar, que morreu pouco tempo após a filmagem.
Japão em foco
Em 21 de Janeiro de 2015 um exemplar foi capturado por um pescador nas águas de Victória, Austrália. Pouco mais de um ano depois, voltou a ser capturado inadvertidamente um exemplar, por redes de pesca, no Algarve, a uma profundidade de 1200 metros
Agora o exemplar capturado em Agosto deste ano, na costa algarvia, por um arrastão comercial, foi registado por investigadores do IPMA e do CCMAR, que seguiam a bordo, integrados no  projecto MINOUW – ‘Iniciativa para a minimização de capturas das capturas indesejadas nas pescarias europeias’. Verificou-se ser um macho da espécie com cerca de 1,5 metros, foi capturado aos 700 metros de profundidade.

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