A quinta acção de destruição de armas de 2015 decorreu quinta-feira, dia 1, em instalações próprias, tendo sido destruídas mais de 3200 armas, a maioria das quais de fogo longas.
A iniciativa foi desenvolvida pelo Departamento de Armas e Explosivos da Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública, de acordo com as condições definidas pelo Regime Jurídico das Armas e Suas Munições.
Desde o início do ano, a PSP destruiu mais de 21 mil armas, sendo que 71% eram armas de fogo e as restantes armas brancas.
“O armamento destruído resulta de apreensões feitas, a nível nacional, pela PSP e demais autoridades policiais no âmbito de processos crime (em especial crimes violentos), de contraordenação ou administrativos em que as armas foram declaradas perdidas a favor do Estado. Integram também o lote de armas destruídas as que são voluntariamente entregues ao Estado pelos seus detentores ou achadores”, refere a força de segurança.
“As armas em questão foram destruídas preventivamente por se encontrarem degradadas e se revelarem inúteis para a actividade operacional, formativa, cultural, museológica ou outra das forças de segurança”, acrescenta.
Para além da destruição, as armas perdidas a favor do Estado, quando reúnam condições para tal, podem ser afectas a outras finalidades, tais como a actividade operacional da PSP, formação, exposição em museu, entrega a outras forças de segurança ou venda em leilão a quem possua licença para a sua detenção.

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