Durante o período compreendido entre os dias 2 e 6 de Março, a Equipa de Sapadores Florestais de Fronteira mobilizou, para Monforte, os meios necessários que permitiram levar a cabo acções de silvicultura preventiva em vários espaços públicos.
Embora a Câmara Municipal de Monforte disponha, na sua estrutura organizacional, de uma Equipa Municipal de Intervenção Florestal (EMIF), composta por alguns elementos com formação de sapadores, esta colaboração, segundo esclareceu Gonçalo Lagem, presidente da Câmara, foi requerida pela Autarquia no âmbito do projecto de Serviço Público que essas equipas se obrigam a desenvolver durante três meses por ano, conforme determina o Fundo Florestal Permanente que garante o seu financiamento.
Quanto à inexistência de uma Equipa de Sapadores Florestais (eSF), o edil monfortense explicou que “a Autarquia está, desde 2009, a aguardar a decisão relativamente à candidatura que apresentou para ver reconhecida a criação da nossa eSF. Esta espera contraria o que estava previsto pela Estratégia Nacional para as Florestas, publicada na Resolução do Conselho de Ministros nº114/2006, de 15 de Setembro, que estabelecia como meta a existência de 500 eSF até 2020” e concluiu afirmando que “entretanto, e de modo a cumprir esse objectivo, sabemos também que foram ditadas novas regras ao Programa de Sapadores Florestais (PSF) no sentido de agilizar os procedimentos inerentes à constituição de eSF e à reorganização processual dos concursos e, até agora, ainda não obtivemos uma resposta”.

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